Game Clipe

Como é criado um jogo de videogame?


Com um trabalho minucioso, que pode envolver até 20 pessoas dedicadas exclusivamente à produção. O primeiro passo, claro, é ter uma boa idéia. Quando ela aparece em um estúdio independente, é preciso correr atrás dos chamados publishers ("publicadores", em inglês), grandes empresas especializadas em games e dispostas a investir milhões de dólares no projeto. Para vender a idéia, alguns estúdios preparam protótipos ou versões simplificadas do jogo. Depois de garantir o financiamento, é hora de definir a equipe de trabalho e estabelecer um cronograma para preparar o game. "Os publishers são detalhistas. Geralmente, exigem planilhas com descrições passo-a-passo e os prazos de cada etapa", diz o administrador Rafael Dolzan, diretor da empresa Continuum, criadora do jogo Outlive. A tarefa costuma reunir profissionais de formações variadas.

 Programadores de computador, designers gráficos, animadores e músicos podem ser convocados pelos estúdios para participar das diferentes fases de produção. Sem contar especialistas acionados para dar mais realismo à trama. "Tivemos que entrevistar caçadores, gravar sons de animais e aprender tudo sobre as armas que iríamos reproduzir em um jogo sobre caça que lançamos no ano passado", afirma o engenheiro Chris Kastensmidt, coordenador da equipe de produção da empresa de games Southlogic. Quando tudo corre bem, um jogo de grande porte fica pronto em cerca de dois anos. Há exceções, como o clássico Black & White, jogo de estratégia que levou três anos para ser lançado. Ou a famosa série Fifa Soccer, um game de futebol que ganha uma nova versão a cada ano. Os títulos mais simples, que costumam ser vendidos a preços mais baixos em bancas ou supermercados, podem ser concluídos em apenas três meses por equipes pequenas.

Por trás do joystick

A produção de um game pode levar três anos - e ainda é preciso fugir de "monstros" que atrapalham o projeto

1 - Um jogo de videogame nasce quando os designers de um estúdio registram a idéia por escrito. Em uma pilha de documentos, eles descrevem o enredo, a tecnologia, o estilo gráfico, a trilha sonora e as animações. Em histórias complexas, os idealizadores mergulham em pesquisas para caracterizar melhor o enredo, como se ele fosse um roteiro de cinema

2a - Com o roteiro pronto, é hora de transformar a idéia em linguagem de computador. Programadores são convocados para criar o chamado engine, uma plataforma com um conjunto de códigos matemáticos que dá suporte às animações e serve para outros jogos. As diferentes versões do game Fifa Soccer, por exemplo, usam o mesmo engine

2b - Enquanto os programadores criam os códigos da plataforma de computador, uma equipe de designers dá forma aos personagens e aos cenários. O primeiro passo é rabiscar as imagens. Em seguida, os rascunhos vão para o computador, onde ganham um esqueleto em 3D, sombras, texturas e movimento

3 - Depois de seis meses de produção, é hora de concretizar as fases do jogo, que já foram definidas no documento inicial. Os level designers, como são chamados os profissionais encarregados dessa tarefa, usam programas especialmente criados pelos técnicos de computação para dar vida aos personagens. É nessa fase que começa a se materializar, de fato, o enredo do game

4 - A parte sonora costuma ser deixada para o fim por se tratar de uma tarefa menos trabalhosa. As músicas de fundo, temas para os personagens e ruídos são compostos e reproduzidos por uma equipe de músicos, para depois serem incorporados ao software do jogo. O mais difícil é adaptar cada som às ações correspondentes às milhares de possibilidades de movimentos do jogador

5 - Quando o jogo está quase pronto, o estúdio começa a verificar todos os detalhes, do início ao fim. É a fase de testes: primeiro, uma versão semi-acabada, chamada de alfa, é esquadrinhada pela equipe interna de técnicos. Em seguida, novas versões, conhecidas como beta, são encaminhadas a jogadores selecionados, que descobrem eventuais erros. Após nova rodada de correções, fica pronta a versão final, que finalmente vai para as lojas

6 - Depois que os testes são concluídos, os CDs ou cartuchos começam a sair da prensa e aportam nas lojas. Paralelamente, a empresa responsável pelo jogo inicia uma maciça campanha de divulgação para garantir as vendas. Do início da concepção até a chegada às prateleiras, o tempo de produção de um jogo complexo pode chegar a três anos

O PERIGOSO SENHOR DO TEMPO 

Quando o cronograma não é seguido à risca pela equipe de produção, o jogo é lançado fora do prazo. Como no mundo dos games tudo evolui muito rápido, o atraso pode ser fatal: em questão de poucos meses, os efeitos visuais podem ficar ultrapassados em relação a outros jogos feitos mais rápido

O MALVADO GAME CHATUS

Nessa etapa, pode surgir um problemão que acaba com o projeto: a chamada falta de jogabilidade, situação em que o game é fácil demais ou tão complexo que o jogador desiste antes de aprender os comandos básicos. A culpa, nesses casos, costuma ser do coordenador do projeto. Ele precisa se colocar o tempo todo na pele do jogador para evitar encrencas assim

Por: Revista Mundo Estranho

O cara passou 6 anos e meio fazendo um tapete de Super Mario Bros 3

Kjetil Nordin, programador norueguês, usou mais de 800 horas de sua vida pesquisando e fazendo o crochê que todo fã de games gostaria de ter em casa. Trata-se de um tapete com o mapa do World 1 de Super Mario Bros 3 do Super Mario All-Stars.

Esse tempo todo de produção foi por causa da preocupação do Nordin em fazer exatamente igual, pesquisando as cores idênticas para fazer uma reprodução fiel. A obsessão dele pela perfeição do mapa foi tanta que ele chegou a descartar várias áreas do mapa e reinicia-las mais de uma vez só por causa disso.

Se liga no resultado:











Veja 13 minutos de Alan Wake 2, uma sequência engavetada.

Alan Wake é um dos títulos que se destacam quando o assunto é terror psicológico, teve uma sequência pequena mas um Alan Wake 2 nunca chegou a ser divulgado, mas começou a ser produzido.

Pouco depois do lançamento do primeiro Alan Wake, a Remedy fez um protótipo de uma possível continuação do game, isso foi em 2010.

O primeiro título vendeu mais de 3 milhões de cópias e obteve sucesso, mas não foi o bastante para justificar uma continuação, por isso o protótipo foi engavetado e lançaram apenas um spin off da serie conhecido como Alan Wake’s American Nightmare.

Confira abaixo 13 minutos de Alan Wake 2:

Imagine poder jogar Pokémon no relógio, sim, é possível!

Os relógios inteligentes que antes era coisa de filme de espionagem, prometem entrar no cotidiano das pessoas em breve, pra você ter noção do poder de processamento desses relógios aqui vai um exemplo: estão desenvolvendo um jogo de Pokémon para essas belezinhas.


Mitch Davis está trabalhando em um jogo de Pokémon para o relógio Pebble. Em um hackaton que participou no último final de semana com sua namorada, Davis pediu para que o ajudassem enviando modelos pré-definidos em seu Imgur de 50 Pokémons.


Ele prometeu que recebendo os 50 monstrinhos, vai fazer o jogo de código aberto após a programação a qual participou. E a mobilização na sua página foi enorme, com muita gente enviando imagens dos monstrinhos, auxiliando Davis e sua namorada no processo.




GTA V com Oculus Rift é simplesmente incrível



GTA V para PC foi o maior lançamento dessa semana e uma das maiores coisas que já aconteceram nos últimos anos na industria dos games. É lógico que migrando o GTA para a plataforma do PC não podia faltar de surgir os mods e o mais legal deles é o mod que permite usar o Oculus Rift para andar pelas ruas de Los Santos e viver na pele o que acontece na mais famosa cidade fictícia dos games.

 Isso foi possível graças ao vorpX, um aplicativo que permite “jogar games com DirectX9-11 no Oculus Rift em 3D estéreo”. O vídeo é uma demonstração do que essa ferramenta é capaz, demonstrando um passeio de moto numa noite chuvosa de Los Santos.

E se Game of Thrones fosse no mundo de Zelda ?

O usuário do Youtube Megasteakman preparou um vídeo com a recriação perfeita da introdução do seriado da HBO, porém com o clássico tema de Zelda e o mundo 2D de A Link to the Past sendo reproduzido em um belo cenário tridimensional.

Gabe Newell como chefe de indie game


Gabe Newell será vilão do game Crawl, um indie dungeon crawler com visual pixel-retrô cheio de novidades.

Crawl possui um esquema de multiplayer semelhante ao do Evolve porém invertido, onde 1 jogador assume o papel do herói principal e outros 4 jogadores assumem o papel de monstros, tudo isso em dungeons geradas aleatoriamente.

O monstro que conseguir eliminar o herói trocará de lugar com o jogador do herói na próxima rodada. Para conseguir lidar com os monstros, o herói precisa acumular seus pontos de experiencia e habilidades evoluindo pela dungeon.



Chefes que acabam de receber um adendo e tanto: os produtores do game resolveram colocar ninguém menos que Gabe Newell como um dos chefes opcionais do game!

Confira abaixo toda a fúria do mestre das promoções!